A RESISTÊNCIA DO AFETO
A resistência do afeto

Por Ellen Christina Alves Marins
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A resistência do afeto, verdadeira idiossincrasia emocional. O balanço da praça é o símbolo máximo da leveza, da infância do "tempo livre".
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"Ver uma família que não tem o básico (casa, comida, segurança, estudo) ocupando o espaço do lúdico é uma peculiaridade gritante e poética, verdadeiro nó na lógica do sistema, uma vez que mesmo na escassez absoluta, o instinto de brincar, de estar em família e de balançar sobre a dureza da vida sobrevive.” |

É um "jeito de ser" que desafia a tragédia da desigualdade social. Essa cena é um manifesto, uma metáfora onde ainda assim é possível encontrar um balanço mesmo tudo sendo instável, a vida acontece no improviso, na falta de garantias e, as vezes a gente só precisa de um balanço para se sentir vivo.
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Ellen Christina Alves Marins é correspondente jurídico



